NA: Sugiro que escutem Bohemian Raphsody na primeira parte do conto, e Sweet Dreams - versão da Emily Browning na sequência.
Juni não
estava realmente preocupada em ter virado a sétima dose de tequila garganta
abaixo. A carteira falsa lhe garantia maior idade pelo tempo que fosse preciso,
e além do mais, se tentassem lhe levar para a delegacia haveria sempre um
cartão de crédito - da conta de dependente do pai - que pagaria até um avião,
se assim desejasse, então a propina para a polícia também estava garantida.
Isadora estava debruçada no balcão ao seu lado, e uma das mechas de seu cabelo
claro e liso agora se encontrava completamente imersa no copo de uísque. “Isa,
bora?” Juni sussurrou no ouvido da amiga percebendo que naquele bar – o quarto
da noite – não haveria mais muito com o que se divertir. Isadora apenas assentiu
e seguiu a jovem de cabelos curtos e jaqueta de couro até o carro.
Nenhuma das duas havia feito dezoito
ainda. Eram da mesma sala desde o primeiro ano do ensino médio e estavam em ano
de vestibular. Juni era a mais esperta, e por isso acreditava nunca precisar
estudar. Na verdade, acreditava não precisar fazer absolutamente nada. Desde os
quinze anos jogava futebol no sub 17 feminino de um time grande, era filha de
um grande empresário do ramo automotivo e como era órfã de mãe jamais precisara
se preocupar com o que dizer quando chegava bêbada em casa. O pai lhe permitia
liberdades, como sair com o carro, ou não dar satisfações de pra onde estava
indo desde os catorze, e por vezes a garota sentia que ele pensava que ela era
um garoto. Nunca se importou muito, na verdade. Mantinha-se em casa a política
do “meu espaço, seu espaço” e para qualquer confusão em que ela acabasse se
envolvendo a recomendação paterna era a mesma: “tem uma arma no porta luvas de
seu carro, se for em cana ligue para o nosso advogado, mas antes de entrar na
viatura, verifique se não há acordo”. Não era de se estranhar que às duas da
manhã estivesse na rua com a amiga, ligeiramente bêbada e agora dirigindo a
toda velocidade o enorme modelo utilitário preto e peliculado com o qual
gostava de aproveitar o final de semana. Era quase um ritual das duas – Isadora
e Juni, após muitas doses em muitos bares, começava a temporada de caça.
Foi de Isadora a ideia inicial,
meses antes, quando esta se declarou apaixonada a primeira vista por uma moça que
dirigia um carro popular, que emparelhou com o de Juni no sinal vermelho. Aos
berros então, ordenou à amiga que seguisse a garota para descobrir onde morava,
ou onde estava indo. Algumas ruas depois, porém, a perseguida acabou notando a
presença constante da pick-up preta para onde quer que fizesse a curva e
pareceu realmente assustada, passando a dirigir em alta velocidade, entrando em
ruas cada vez mais escuras e desertas para tentar se livrar de quem a seguia,
enquanto Juni e Isadora riam descontroladamente dentro do carro maior. Então a
sensação de ameaçar a sanidade mental daquela moça por alguns momentos pareceu
realmente mais excitante do que de fato descobrir seu destino, e aquilo se
tornou um hábito.
Sempre
que havia qualquer mulher sozinha em um cruzamento ou sinal vermelho, lá iam
elas ao encalço, de vidros fechados tornando quase impossível a visualização da
dupla dentro do carro. Tudo se tornou tão divertido que passaram a fazer daquilo
um ritual sagrado dos finais de semana. Sempre saíam juntas, bebiam bastante e
então iam procurar aquelas pobres garotas desavisadas que cometiam a tolice de
guiarem seus carros sozinhas de volta para casa. Quase sempre o resultado era o
mesmo: a perseguida assustada, mudando de rota e por vezes até mesmo
estacionando na frente de algum local bastante movimentado para buscar refúgio.
Na maioria dos casos a brincadeira perdia a graça quando o carro perseguido
parava, e então elas partiam para outra.
Naquela noite não seria diferente.
Juni estava ligeiramente preocupada com o fato de a amiga ter estado acomodada
sobre o próprio braço - quase dormindo no balcão do bar - minutos antes, mas
aparentemente a simples consciência de que uma nova caçada estava por vir fez
com que Isadora parecesse mais acordada do que nunca. Começaram então a rodar
pela cidade procurando a vítima daquela noite, no entanto esta parecia nunca
aparecer.
Havia noites difíceis neste ofício e elas já haviam aprendido que sempre era mais
fácil permanecer inicialmente pelas ruas que hospedavam maior número de bares e
casas noturnas, mas naquela noite nem estes locais estavam colaborando. Todas
as mulheres entravam em carros com acompanhantes ou vários amigos. Isadora que
antes estivera animada, algum tempo de procura depois começava a dar sinais de
sono novamente. Juni entendeu que naquela noite o ideal seria mesmo declarar
desistência e guiou até a casa da amiga para que esta descansasse. Isadora teve
as costas apoiadas pela mão da amiga até a porta de casa, onde se despediram e
prometeram ligações no dia seguinte. O caminho de volta para a própria casa seria
longo, então Juni decidiu colocar alguma coisa mais agitada ou dançante no som
para manter-se esperta até chegar. Encontrou um CD antigo do Queen
jogado pelo porta luvas e aumentou o volume vigorosamente quando ouviu os
primeiros acordes de Bohemian Raphsody na voz do Freddie Mercury. Cantarolou
junto despreocupadamente por algumas ruas, quando inusitadamente o alvo da
busca anterior foi localizado.
Aquela deveria definitivamente ser a
cintura mais bonita que Juni já vira. Não era apenas a cintura, no entanto,
havia todo um conjunto de pequenos detalhes apaixonantes que compunham a
pintura viva ali representada, em corpo e forma de mulher. Cabelos longos,
ondulados, negros e hipnóticos dançavam pelas costas da camisa social branca. A
saia, também social e em tom mais fechado, cobria as coxas até logo acima dos
joelhos, mas ainda assim era possível notar as formas acentuadas daquela parte
de seu corpo. Ela carregava um terno feminino sobre a grande bolsa que levava a
tiracolo. A musa de Vênus caminhou até um belo sedan na cor prata e entrou
sozinha nele, parecendo tranquila e, como Juni adorava, desavisada. Feito
ladrão, costumava valer-se do elemento surpresa. O sedan saiu da vaga onde
estava estacionado e Juni deu partida em seu encalço. Era a primeira vez que faria
aquilo sozinha.
O início sempre transmitia a mesma
monotonia. A mulher desavisada seguia seu rumo em calmaria até notar que o
enorme carro preto já estava presente em seu retrovisor a mais de cinco
quadras. Desta vez não foi diferente. A motorista do sedan deu os primeiros
sinais de estar preocupada com a situação quando começou a sinalizar, como quem
dá permissão para ser ultrapassada. Juni riu e cantarolou ainda mais alto,
mantendo a velocidade estável. Visto que não adiantava, a mulher passou a acelerar,
e então a garota sentiu a adrenalina explorar todos os poros do corpo. A caçada
havia começado. O carro prata fez uma curva fechada ao lado do canal, Juni fez
os pneus cantarem em seu encalço. A motorista do carro perseguido pareceu notar
que era sério e guiou seu veículo para o outro lado da pista de modo sagaz.
Juni sentiu o volante vibrar entre suas mãos - que suavam e pareciam fundidas
ao couro do mesmo, mas insistentemente prosseguiu em sua cola, guiando o
próprio veículo para segui-la. A mulher
do carro prata pareceu esquecer o pé no acelerador, guiava tão rápido que Juni
sentia-se dirigindo na autoestrada, mas a seguiu provocando movimento de ziguezague
para transmitir um ar mais insano e assustador. Ouviu-se uma sirene em algum
local próximo, e a mulher do carro prata tentou dirigir até sua origem.
Juni só se sentia tão viva assim
quando perseguia alguém, fazia sexo ou jogava futebol. Sua vítima agora olhava
o tempo todo para o retrovisor, mas era em vão, pois as películas de seu carro
eram realmente muito escuras e tornava-se impossível enxergar a motorista. O
carro prata começou a desviar intensamente a cada esquina, aumentando a
velocidade à medida que a mulher percebia que seu perseguidor não reduzia ou
desviava, ou que o som de sirene se tornava mais próximo. Juni ergueu as
sobrancelhas quando sua vítima invadiu a avenida principal e desviou do veículo
portador de sirene, e riu diabolicamente quando percebeu a decepção tomar conta
no rosto refletido no retrovisor da perseguida: Era uma ambulância! A
adolescente por pouco conseguiu desviar da mesma também, mas viu quando o
motorista quase perdeu o controle e subiu com o veículo na calçada para evitar
chocar-se contra seu carro enorme. Não havia tempo para pedir desculpas, o alvo
estava escapando.
Qualquer observador externo julgaria
tratar-se de um “pega” ou semelhantes, mas definitivamente a mulher naquele
sedan não desejava brincar de maneira alguma, e agora provavelmente temia por
sua vida. Pensar naquilo deu à Juni a sensação de ter a vida de alguém nas
mãos, e de algum modo bastante sádico aquilo lhe gerava um prazer imensurável.
Era uma sensação luxuriosa de poder e controle da qual não pretendia desistir.
O volume do aparelho de som potente estava no máximo e agora reverberava pelas
ruas da cidade dando trilha sonora à perseguição. I see a little silhouette of a
man. Scaramouch, Scaramouch, will you do the fandango?
Os pneus liberavam uma fumaça cinzenta
no ar, o que transmitia à protagonista desafortunada ainda mais ideia de
perseguição. O sangue borbulhava nas veias e Juni sentiu que isso era bom. O
painel indicava velocidade a mais de cem, parecia que a qualquer momento o
carro andaria apenas sobre as duas rodas traseiras. Havia um caminhão e um
carro de passeio na avenida, e a jovem bêbada temeu que a vítima pedisse
socorro, mas a mesma apenas “costurou” entre ambos, passando por um espaço tão
pequeno que parecia impossível desviar. A garota sabia que seu carro possivelmente
colidiria se tentasse a mesma manobra e naquele momento constatou que a mulher
do carro prata era boa no volante. Decidiu forçar mais ainda a ultrapassagem,
buzinando e acelerando para intimidar o carro de passeio, que desviou meio sem
jeito para o acostamento e quase colidiu com um poste. Aquilo já não era mais
uma brincadeira. O som das rodas cantando no asfalto era tão alto que quase
poderia fundir-se com o som do carro. Spare him his life from this
monstrosity.
Tudo durou cerca de vinte minutos.
Juni estava realmente se divertindo, mas sua vítima repentinamente pareceu
tomar alguma decisão imprudente e começou a rumar para uma área mais soturna da
cidade. Por alguns momentos a garota pensou em desistir, e então se lembrou
daqueles cabelos, daquelas curvas... Agora o que tanto lhe excitava sofria o
acréscimo de uma bela mulher como motorista. A musa de Juni parecia não saber
muito bem para onde estava indo, os pneus levantavam pedrinhas do asfalto que
batiam ruidosamente na lataria da pick-up. Finalmente o sedan entrou em um
túnel em construção, que possivelmente não possuía saída. A jovem questionou-se
sobre a lógica por trás de tal atitude, mas a velocidade era por demais elevada
e seria difícil frear nestas circunstancias.
O
carro da frente seguiu até o final do túnel escuro, e Juni se viu obrigada a
reduzir a velocidade para evitar um acidente. Sua vítima estava encurralada, e
agora nem mesmo ela sabia o que fazer. Pensou em sair do túnel de ré e ir
embora dali, mas quando o cérebro começou a processar esta informação o sedan
fez uma curva fechada a 180º em tamanha velocidade que os pneus reclamaram
ruidosamente como garfo em quadro negro, deixando marcas no asfalto e
levantando fumaça para todos os lados. Os faróis estavam altos e isso cegou Juni
por alguns momentos, mas quando começou a enxergar com clareza novamente, viu
que a ocupante do carro prata havia saltado de dentro do mesmo e agora
caminhava em sua direção com um objeto prateado ao qual segurava com as duas mãos.
A
visão ainda demorou a se acostumar e permitir a compreensão do que seria
aquilo, mas logo as formas do objeto se tornaram inconfundíveis. O cano de
cantos quadrados, a circunferência do gatilho com o dedo alvo ameaçando, o
corpo envolto em couro muito bem posicionado na palma da mão delicada. Havia
uma pistola automática apontada em sua direção. “Mãos no volante!” Ordenou em
alto e bom tom a belíssima mulher que outrora fora vítima, e Juni obedeceu
instintivamente, apavorada. “Desligue os faróis e saia do veículo lentamente,
com as mãos na cabeça!” Só quando ela alcançou a janela do motorista da pick-up
que Juni notou não ser apenas a arma que ela empunhava. Havia uma carteira com
um distintivo, no qual se podiam ler algumas informações, mas Juni só conseguiu
absorver as mais importantes: “Rafaela Serra Galvão – Polícia Federal”.
Certo, aquele era literalmente o fim
da linha, sem contar que deveria ser o dia mais azarado que qualquer pessoa em
qualquer lugar do mundo poderia ter. E em qualquer geração. Juni pensou em
recuar dali mesmo, de ré, e partir sem olhar para trás, deixando a mulher
parada no meio do túnel, mas então lembrou que aquele carro não era blindado, e
nada a impediria de disparar contra o vidro caso tentasse alguma gracinha.
Decidiu obedecer. Abaixou o volume lentamente e abriu a porta na mesma velocidade.
Viu quando a mulher recuou alguns passos para trás, provavelmente para ganhar
vantagem e sair da linha de tiro, caso o ocupante do veículo também estivesse
armado.
Antes de sair do carro, girou a
chave na ignição para desligar o motor e os faróis, então afundou os dedos das
duas mãos nos fios ruivos em desordem que adornavam sua cabeça e lentamente
jogou para o chão do túnel o pé esquerdo, calçado com aquele coturno gasto que
fazia parte de seu visual de marginal – pelo qual tanto zelava propositalmente.
Depois foi o segundo pé, e a adolescente deixou completamente o veículo,
levantando-se na frente da policial. Rafaela precisou olhar para cima quando
Juni ficou completamente em pé, constatando que mesmo sendo jovem, sua
perseguidora era realmente bem mais alta que ela. A policial pareceu perder as
palavras por alguns segundos, encarando aquela garota assustada em sua jaqueta
de couro preto, meio punk, e seus alargadores charmosos. Sentiu que aquilo tudo
deveria ser alguma brincadeira. Só poderia mesmo ser pegadinha de alguma das
amigas, mas como elas poderiam ter armado aquela cena toda? Lembrar-se disso
fez com que a raiva de Rafaela voltasse subitamente. Agora era ela quem sentia
o sangue ferver, e sentia prazer em ver aquela desgraçada tão assustada, com
expressão que quase implorava por um pouco de misericórdia.
“Mãos no veículo, afaste as pernas”
Juni obedeceu em silêncio. O álcool e o susto pareciam tê-la emudecido naquele
momento. Tudo o que conseguiu fazer - que fugisse à ordem - foi fitar os olhos
castanhos da policial antes de se virar completamente. Rafaela notou que agora
era ela quem sentia prazer em fazer aquilo. Não era como se fosse realmente uma
pessoa vingativa, mas sua carreira mal havia começado e já havia muitos inimigos
com os quais se preocupar, ainda vinha aquela garota estúpida querendo brincar
de corrida no meio da madrugada. A policial passou então a tatear cintura e
bolsos da jovem, buscando qualquer coisa que pudesse ameaçar sua segurança
antes de leva-la para a delegacia. Foi, no entanto, aquele toque - presenteado
pela mão de uma mulher segura e doce, ao mesmo tempo – que fez com que Juni se
lembrasse de quem era, e do que havia lhe levado até ali. Então virou-se, sem
temer um pedaço de ferro quente lhe perfurando a carne. Ficou de frente para
Rafaela, quando de um minuto para o outro já sabia o que fazer, e estava decidida
a colocar em prática. Sweet dreams are
made of this.
“Onde mais tu pretendes me mandar
colocar as mãos?” Finalmente respondeu, agora encarando a policial de modo
sóbrio e decidido, erguendo uma das sobrancelhas com meio sorriso no rosto,
ainda com as mãos levantadas. A voz rouca de Juni atingiu os ouvidos de Rafaela
como um disparo, e ela sentiu o rosto esquentar. Não saberia explicar a razão. Teve
vontade de rir daquela petulância, não por achar realmente engraçado, mas pelo
nervosismo. Some
of them want to use you.
- Se eu fosse
você, tomaria cuidado com as palavras, garota. A situação pode esquentar pra
você – Rafaela segurou a arma com ainda mais firmeza, mirando o peito de Juni. “por
que diabos eu usei a palavra ‘esquentar’?” Perguntou-se logo em seguida,
percebendo o equívoco. Talvez a intenção fosse expressar o quão ruim aquilo poderia
ser para a adolescente, mas naquele momento foi traída pelo próprio cérebro.
- Me pergunto
agora, senhorita Galvão, o que te aquece mais? O calor de minhas palavras, ou a
adrenalina de ser caçada? – Juni sorriu ainda mais quando notou que suas
provocações faziam a policial desviar os olhos dos seus. Estava mesmo perdida,
então não custava nada arriscar. – Que tal baixar essa arma e...
Mas quando Juni fez menção de tocar
o braço de Rafaela, a última reagiu imediatamente, encostando o cano da arma
entre os seios da adolescente com força e ordenando em voz alta e intimidadora:
“Não se atreva a dar mais nenhum passo!” Juni novamente se assustou, mas já
havia posto em prática o usufruto do sangue frio, habitual ao território de
caça. Naquele momento, apesar da respiração descompassada, ela tinha peito de
aço. Em mais um choque de adrenalina, a adolescente pôs em prática o que fazia
de melhor, e antes que a policial pudesse evitar, sua perna direita executou um
movimento rápido e firme, chocando o joelho contra as pernas da mulher,
provocando desequilíbrio. Rafaela sentiu o próprio corpo pender para o lado. O
gatilho da arma foi pressionado. Some of them wanna get used by you.
(Continua)

ultimo pensamento que tive ao ler "ih caralho, fudeu pra Juni"
ResponderExcluircara, foi emocionante sentir a história. a adrenalina da caça, o jeito petulante da adolescente. o tesão invocado da policial. amaria estar ali, assistindo a cena, mas eu a vivi em minha mente. com as canções escolhidas por vc senti no peito td q foi lido
Me mataaaa de curiosidadeeeeeeeeeeeeeeee ¬¬'
ResponderExcluirMuito ansiosa a espera da continuação saah tavares! --'
Fiquei super presa na história. Quero a continuação urgente! Realmente muito emocionante, deixa a gente querendo ver as cenas na tv!
ResponderExcluirGostei bastante. Tem bem mais ação do que aquela primeira versão de meses atrás >.<
ResponderExcluirE esse final, parece final de episódio de série: só pra deixar as pessoas desesperadas pelo próximo capítulo ¬¬
história firme , qro logo a continuaçãooo '
ResponderExcluirÉ verdade bruno, A saah foi péssima...
ResponderExcluirNos deixando Aqui a uma puta curiosidade!
Vc é maravilhosa ,preciso para de abrir esse blogg pra ver se tem atualização
ResponderExcluirIsa, Juni e Rafaela lindas *_* História linda! Mas parar nesse ponto é uma puta sacanagem! Fico esperando pelo resto do conto, que está perfeito até aqui. Parabéns!!
ResponderExcluirDe tirar o fôlego! Confesso estar feliz em não ter outros ainda, senão leria tudo compulsivamente e PRECISO ir dormir! uhauahuhauhhuahua
ResponderExcluirLobo
Minha amiga que me mostrou Seu blog, você manda super bem.
ResponderExcluirTambém tenho que parar de abrir esse blog pra ver se ja ta atualizado!
Thais