sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Um exército de mim (Parte I)


NA: Sugiro que escutem Bohemian Raphsody na primeira parte do conto, e Sweet Dreams - versão da Emily Browning na sequência. 

Juni não estava realmente preocupada em ter virado a sétima dose de tequila garganta abaixo. A carteira falsa lhe garantia maior idade pelo tempo que fosse preciso, e além do mais, se tentassem lhe levar para a delegacia haveria sempre um cartão de crédito - da conta de dependente do pai - que pagaria até um avião, se assim desejasse, então a propina para a polícia também estava garantida. Isadora estava debruçada no balcão ao seu lado, e uma das mechas de seu cabelo claro e liso agora se encontrava completamente imersa no copo de uísque. “Isa, bora?” Juni sussurrou no ouvido da amiga percebendo que naquele bar – o quarto da noite – não haveria mais muito com o que se divertir. Isadora apenas assentiu e seguiu a jovem de cabelos curtos e jaqueta de couro até o carro. 

            Nenhuma das duas havia feito dezoito ainda. Eram da mesma sala desde o primeiro ano do ensino médio e estavam em ano de vestibular. Juni era a mais esperta, e por isso acreditava nunca precisar estudar. Na verdade, acreditava não precisar fazer absolutamente nada. Desde os quinze anos jogava futebol no sub 17 feminino de um time grande, era filha de um grande empresário do ramo automotivo e como era órfã de mãe jamais precisara se preocupar com o que dizer quando chegava bêbada em casa. O pai lhe permitia liberdades, como sair com o carro, ou não dar satisfações de pra onde estava indo desde os catorze, e por vezes a garota sentia que ele pensava que ela era um garoto. Nunca se importou muito, na verdade. Mantinha-se em casa a política do “meu espaço, seu espaço” e para qualquer confusão em que ela acabasse se envolvendo a recomendação paterna era a mesma: “tem uma arma no porta luvas de seu carro, se for em cana ligue para o nosso advogado, mas antes de entrar na viatura, verifique se não há acordo”. Não era de se estranhar que às duas da manhã estivesse na rua com a amiga, ligeiramente bêbada e agora dirigindo a toda velocidade o enorme modelo utilitário preto e peliculado com o qual gostava de aproveitar o final de semana. Era quase um ritual das duas – Isadora e Juni, após muitas doses em muitos bares, começava a temporada de caça.

            Foi de Isadora a ideia inicial, meses antes, quando esta se declarou apaixonada a primeira vista por uma moça que dirigia um carro popular, que emparelhou com o de Juni no sinal vermelho. Aos berros então, ordenou à amiga que seguisse a garota para descobrir onde morava, ou onde estava indo. Algumas ruas depois, porém, a perseguida acabou notando a presença constante da pick-up preta para onde quer que fizesse a curva e pareceu realmente assustada, passando a dirigir em alta velocidade, entrando em ruas cada vez mais escuras e desertas para tentar se livrar de quem a seguia, enquanto Juni e Isadora riam descontroladamente dentro do carro maior. Então a sensação de ameaçar a sanidade mental daquela moça por alguns momentos pareceu realmente mais excitante do que de fato descobrir seu destino, e aquilo se tornou um hábito.

Sempre que havia qualquer mulher sozinha em um cruzamento ou sinal vermelho, lá iam elas ao encalço, de vidros fechados tornando quase impossível a visualização da dupla dentro do carro. Tudo se tornou tão divertido que passaram a fazer daquilo um ritual sagrado dos finais de semana. Sempre saíam juntas, bebiam bastante e então iam procurar aquelas pobres garotas desavisadas que cometiam a tolice de guiarem seus carros sozinhas de volta para casa. Quase sempre o resultado era o mesmo: a perseguida assustada, mudando de rota e por vezes até mesmo estacionando na frente de algum local bastante movimentado para buscar refúgio. Na maioria dos casos a brincadeira perdia a graça quando o carro perseguido parava, e então elas partiam para outra.

            Naquela noite não seria diferente. Juni estava ligeiramente preocupada com o fato de a amiga ter estado acomodada sobre o próprio braço - quase dormindo no balcão do bar - minutos antes, mas aparentemente a simples consciência de que uma nova caçada estava por vir fez com que Isadora parecesse mais acordada do que nunca. Começaram então a rodar pela cidade procurando a vítima daquela noite, no entanto esta parecia nunca aparecer.

Havia noites difíceis neste ofício e elas já haviam aprendido que sempre era mais fácil permanecer inicialmente pelas ruas que hospedavam maior número de bares e casas noturnas, mas naquela noite nem estes locais estavam colaborando. Todas as mulheres entravam em carros com acompanhantes ou vários amigos. Isadora que antes estivera animada, algum tempo de procura depois começava a dar sinais de sono novamente. Juni entendeu que naquela noite o ideal seria mesmo declarar desistência e guiou até a casa da amiga para que esta descansasse. Isadora teve as costas apoiadas pela mão da amiga até a porta de casa, onde se despediram e prometeram ligações no dia seguinte. O caminho de volta para a própria casa seria longo, então Juni decidiu colocar alguma coisa mais agitada ou dançante no som para manter-se esperta até chegar. Encontrou um CD antigo do Queen jogado pelo porta luvas e aumentou o volume vigorosamente quando ouviu os primeiros acordes de Bohemian Raphsody na voz do Freddie Mercury. Cantarolou junto despreocupadamente por algumas ruas, quando inusitadamente o alvo da busca anterior foi localizado.

            Aquela deveria definitivamente ser a cintura mais bonita que Juni já vira. Não era apenas a cintura, no entanto, havia todo um conjunto de pequenos detalhes apaixonantes que compunham a pintura viva ali representada, em corpo e forma de mulher. Cabelos longos, ondulados, negros e hipnóticos dançavam pelas costas da camisa social branca. A saia, também social e em tom mais fechado, cobria as coxas até logo acima dos joelhos, mas ainda assim era possível notar as formas acentuadas daquela parte de seu corpo. Ela carregava um terno feminino sobre a grande bolsa que levava a tiracolo. A musa de Vênus caminhou até um belo sedan na cor prata e entrou sozinha nele, parecendo tranquila e, como Juni adorava, desavisada. Feito ladrão, costumava valer-se do elemento surpresa. O sedan saiu da vaga onde estava estacionado e Juni deu partida em seu encalço. Era a primeira vez que faria aquilo sozinha.

            O início sempre transmitia a mesma monotonia. A mulher desavisada seguia seu rumo em calmaria até notar que o enorme carro preto já estava presente em seu retrovisor a mais de cinco quadras. Desta vez não foi diferente. A motorista do sedan deu os primeiros sinais de estar preocupada com a situação quando começou a sinalizar, como quem dá permissão para ser ultrapassada. Juni riu e cantarolou ainda mais alto, mantendo a velocidade estável. Visto que não adiantava, a mulher passou a acelerar, e então a garota sentiu a adrenalina explorar todos os poros do corpo. A caçada havia começado. O carro prata fez uma curva fechada ao lado do canal, Juni fez os pneus cantarem em seu encalço. A motorista do carro perseguido pareceu notar que era sério e guiou seu veículo para o outro lado da pista de modo sagaz. Juni sentiu o volante vibrar entre suas mãos - que suavam e pareciam fundidas ao couro do mesmo, mas insistentemente prosseguiu em sua cola, guiando o próprio veículo para segui-la.  A mulher do carro prata pareceu esquecer o pé no acelerador, guiava tão rápido que Juni sentia-se dirigindo na autoestrada, mas a seguiu provocando movimento de ziguezague para transmitir um ar mais insano e assustador. Ouviu-se uma sirene em algum local próximo, e a mulher do carro prata tentou dirigir até sua origem.

            Juni só se sentia tão viva assim quando perseguia alguém, fazia sexo ou jogava futebol. Sua vítima agora olhava o tempo todo para o retrovisor, mas era em vão, pois as películas de seu carro eram realmente muito escuras e tornava-se impossível enxergar a motorista. O carro prata começou a desviar intensamente a cada esquina, aumentando a velocidade à medida que a mulher percebia que seu perseguidor não reduzia ou desviava, ou que o som de sirene se tornava mais próximo. Juni ergueu as sobrancelhas quando sua vítima invadiu a avenida principal e desviou do veículo portador de sirene, e riu diabolicamente quando percebeu a decepção tomar conta no rosto refletido no retrovisor da perseguida: Era uma ambulância! A adolescente por pouco conseguiu desviar da mesma também, mas viu quando o motorista quase perdeu o controle e subiu com o veículo na calçada para evitar chocar-se contra seu carro enorme. Não havia tempo para pedir desculpas, o alvo estava escapando.

            Qualquer observador externo julgaria tratar-se de um “pega” ou semelhantes, mas definitivamente a mulher naquele sedan não desejava brincar de maneira alguma, e agora provavelmente temia por sua vida. Pensar naquilo deu à Juni a sensação de ter a vida de alguém nas mãos, e de algum modo bastante sádico aquilo lhe gerava um prazer imensurável. Era uma sensação luxuriosa de poder e controle da qual não pretendia desistir. O volume do aparelho de som potente estava no máximo e agora reverberava pelas ruas da cidade dando trilha sonora à perseguição.  I see a little silhouette of a man. Scaramouch, Scaramouch, will you do the fandango?

            Os pneus liberavam uma fumaça cinzenta no ar, o que transmitia à protagonista desafortunada ainda mais ideia de perseguição. O sangue borbulhava nas veias e Juni sentiu que isso era bom. O painel indicava velocidade a mais de cem, parecia que a qualquer momento o carro andaria apenas sobre as duas rodas traseiras. Havia um caminhão e um carro de passeio na avenida, e a jovem bêbada temeu que a vítima pedisse socorro, mas a mesma apenas “costurou” entre ambos, passando por um espaço tão pequeno que parecia impossível desviar. A garota sabia que seu carro possivelmente colidiria se tentasse a mesma manobra e naquele momento constatou que a mulher do carro prata era boa no volante. Decidiu forçar mais ainda a ultrapassagem, buzinando e acelerando para intimidar o carro de passeio, que desviou meio sem jeito para o acostamento e quase colidiu com um poste. Aquilo já não era mais uma brincadeira. O som das rodas cantando no asfalto era tão alto que quase poderia fundir-se com o som do carro. Spare him his life from this monstrosity.

            Tudo durou cerca de vinte minutos. Juni estava realmente se divertindo, mas sua vítima repentinamente pareceu tomar alguma decisão imprudente e começou a rumar para uma área mais soturna da cidade. Por alguns momentos a garota pensou em desistir, e então se lembrou daqueles cabelos, daquelas curvas... Agora o que tanto lhe excitava sofria o acréscimo de uma bela mulher como motorista. A musa de Juni parecia não saber muito bem para onde estava indo, os pneus levantavam pedrinhas do asfalto que batiam ruidosamente na lataria da pick-up. Finalmente o sedan entrou em um túnel em construção, que possivelmente não possuía saída. A jovem questionou-se sobre a lógica por trás de tal atitude, mas a velocidade era por demais elevada e seria difícil frear nestas circunstancias.

O carro da frente seguiu até o final do túnel escuro, e Juni se viu obrigada a reduzir a velocidade para evitar um acidente. Sua vítima estava encurralada, e agora nem mesmo ela sabia o que fazer. Pensou em sair do túnel de ré e ir embora dali, mas quando o cérebro começou a processar esta informação o sedan fez uma curva fechada a 180º em tamanha velocidade que os pneus reclamaram ruidosamente como garfo em quadro negro, deixando marcas no asfalto e levantando fumaça para todos os lados. Os faróis estavam altos e isso cegou Juni por alguns momentos, mas quando começou a enxergar com clareza novamente, viu que a ocupante do carro prata havia saltado de dentro do mesmo e agora caminhava em sua direção com um objeto prateado ao qual segurava com as duas mãos.

A visão ainda demorou a se acostumar e permitir a compreensão do que seria aquilo, mas logo as formas do objeto se tornaram inconfundíveis. O cano de cantos quadrados, a circunferência do gatilho com o dedo alvo ameaçando, o corpo envolto em couro muito bem posicionado na palma da mão delicada. Havia uma pistola automática apontada em sua direção. “Mãos no volante!” Ordenou em alto e bom tom a belíssima mulher que outrora fora vítima, e Juni obedeceu instintivamente, apavorada. “Desligue os faróis e saia do veículo lentamente, com as mãos na cabeça!” Só quando ela alcançou a janela do motorista da pick-up que Juni notou não ser apenas a arma que ela empunhava. Havia uma carteira com um distintivo, no qual se podiam ler algumas informações, mas Juni só conseguiu absorver as mais importantes: “Rafaela Serra Galvão – Polícia Federal”.

            Certo, aquele era literalmente o fim da linha, sem contar que deveria ser o dia mais azarado que qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo poderia ter. E em qualquer geração. Juni pensou em recuar dali mesmo, de ré, e partir sem olhar para trás, deixando a mulher parada no meio do túnel, mas então lembrou que aquele carro não era blindado, e nada a impediria de disparar contra o vidro caso tentasse alguma gracinha. Decidiu obedecer. Abaixou o volume lentamente e abriu a porta na mesma velocidade. Viu quando a mulher recuou alguns passos para trás, provavelmente para ganhar vantagem e sair da linha de tiro, caso o ocupante do veículo também estivesse armado.

            Antes de sair do carro, girou a chave na ignição para desligar o motor e os faróis, então afundou os dedos das duas mãos nos fios ruivos em desordem que adornavam sua cabeça e lentamente jogou para o chão do túnel o pé esquerdo, calçado com aquele coturno gasto que fazia parte de seu visual de marginal – pelo qual tanto zelava propositalmente. Depois foi o segundo pé, e a adolescente deixou completamente o veículo, levantando-se na frente da policial. Rafaela precisou olhar para cima quando Juni ficou completamente em pé, constatando que mesmo sendo jovem, sua perseguidora era realmente bem mais alta que ela. A policial pareceu perder as palavras por alguns segundos, encarando aquela garota assustada em sua jaqueta de couro preto, meio punk, e seus alargadores charmosos. Sentiu que aquilo tudo deveria ser alguma brincadeira. Só poderia mesmo ser pegadinha de alguma das amigas, mas como elas poderiam ter armado aquela cena toda? Lembrar-se disso fez com que a raiva de Rafaela voltasse subitamente. Agora era ela quem sentia o sangue ferver, e sentia prazer em ver aquela desgraçada tão assustada, com expressão que quase implorava por um pouco de misericórdia.

            “Mãos no veículo, afaste as pernas” Juni obedeceu em silêncio. O álcool e o susto pareciam tê-la emudecido naquele momento. Tudo o que conseguiu fazer - que fugisse à ordem - foi fitar os olhos castanhos da policial antes de se virar completamente. Rafaela notou que agora era ela quem sentia prazer em fazer aquilo. Não era como se fosse realmente uma pessoa vingativa, mas sua carreira mal havia começado e já havia muitos inimigos com os quais se preocupar, ainda vinha aquela garota estúpida querendo brincar de corrida no meio da madrugada. A policial passou então a tatear cintura e bolsos da jovem, buscando qualquer coisa que pudesse ameaçar sua segurança antes de leva-la para a delegacia. Foi, no entanto, aquele toque - presenteado pela mão de uma mulher segura e doce, ao mesmo tempo – que fez com que Juni se lembrasse de quem era, e do que havia lhe levado até ali. Então virou-se, sem temer um pedaço de ferro quente lhe perfurando a carne. Ficou de frente para Rafaela, quando de um minuto para o outro já sabia o que fazer, e estava decidida a colocar em prática. Sweet dreams are made of this.

            “Onde mais tu pretendes me mandar colocar as mãos?” Finalmente respondeu, agora encarando a policial de modo sóbrio e decidido, erguendo uma das sobrancelhas com meio sorriso no rosto, ainda com as mãos levantadas. A voz rouca de Juni atingiu os ouvidos de Rafaela como um disparo, e ela sentiu o rosto esquentar. Não saberia explicar a razão. Teve vontade de rir daquela petulância, não por achar realmente engraçado, mas pelo nervosismo. Some of them want to use you.
- Se eu fosse você, tomaria cuidado com as palavras, garota. A situação pode esquentar pra você – Rafaela segurou a arma com ainda mais firmeza, mirando o peito de Juni. “por que diabos eu usei a palavra ‘esquentar’?” Perguntou-se logo em seguida, percebendo o equívoco. Talvez a intenção fosse expressar o quão ruim aquilo poderia ser para a adolescente, mas naquele momento foi traída pelo próprio cérebro.
- Me pergunto agora, senhorita Galvão, o que te aquece mais? O calor de minhas palavras, ou a adrenalina de ser caçada? – Juni sorriu ainda mais quando notou que suas provocações faziam a policial desviar os olhos dos seus. Estava mesmo perdida, então não custava nada arriscar. – Que tal baixar essa arma e...

            Mas quando Juni fez menção de tocar o braço de Rafaela, a última reagiu imediatamente, encostando o cano da arma entre os seios da adolescente com força e ordenando em voz alta e intimidadora: “Não se atreva a dar mais nenhum passo!” Juni novamente se assustou, mas já havia posto em prática o usufruto do sangue frio, habitual ao território de caça. Naquele momento, apesar da respiração descompassada, ela tinha peito de aço. Em mais um choque de adrenalina, a adolescente pôs em prática o que fazia de melhor, e antes que a policial pudesse evitar, sua perna direita executou um movimento rápido e firme, chocando o joelho contra as pernas da mulher, provocando desequilíbrio. Rafaela sentiu o próprio corpo pender para o lado. O gatilho da arma foi pressionado. Some of them wanna get used by you.
           
(Continua)

10 comentários:

  1. ultimo pensamento que tive ao ler "ih caralho, fudeu pra Juni"
    cara, foi emocionante sentir a história. a adrenalina da caça, o jeito petulante da adolescente. o tesão invocado da policial. amaria estar ali, assistindo a cena, mas eu a vivi em minha mente. com as canções escolhidas por vc senti no peito td q foi lido

    ResponderExcluir
  2. Me mataaaa de curiosidadeeeeeeeeeeeeeeee ¬¬'


    Muito ansiosa a espera da continuação saah tavares! --'

    ResponderExcluir
  3. Fiquei super presa na história. Quero a continuação urgente! Realmente muito emocionante, deixa a gente querendo ver as cenas na tv!

    ResponderExcluir
  4. Gostei bastante. Tem bem mais ação do que aquela primeira versão de meses atrás >.<

    E esse final, parece final de episódio de série: só pra deixar as pessoas desesperadas pelo próximo capítulo ¬¬

    ResponderExcluir
  5. história firme , qro logo a continuaçãooo '

    ResponderExcluir
  6. É verdade bruno, A saah foi péssima...
    Nos deixando Aqui a uma puta curiosidade!

    ResponderExcluir
  7. Vc é maravilhosa ,preciso para de abrir esse blogg pra ver se tem atualização

    ResponderExcluir
  8. Isa, Juni e Rafaela lindas *_* História linda! Mas parar nesse ponto é uma puta sacanagem! Fico esperando pelo resto do conto, que está perfeito até aqui. Parabéns!!

    ResponderExcluir
  9. De tirar o fôlego! Confesso estar feliz em não ter outros ainda, senão leria tudo compulsivamente e PRECISO ir dormir! uhauahuhauhhuahua


    Lobo

    ResponderExcluir
  10. Minha amiga que me mostrou Seu blog, você manda super bem.
    Também tenho que parar de abrir esse blog pra ver se ja ta atualizado!




    Thais

    ResponderExcluir